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Internet das coisas: O golpe de mestre do Google

A Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) é um conceito tão badalado quanto pouco claro, mesmo para os aficionados por tecnologia. Sofre até de certa crise de identidade: tem sido chamada por muitos nomes diferentes, alguns horríveis, como Comunicação Pervasiva ou Comunicação Ubíqua, outros simplórios, como M2M (de machine to machine), outros mais ambiciosos, como Internet de Todas as Coisas (Internet of Everything). Todos eles, no final das contas, querem dizer mais ou menos a mesma coisa: a utilização dos recursos da mais avançada tecnologia, com o objetivo de chegar a um mundo totalmente conectado. Ou seja, uma conexão capaz de envolver seres humanos, animais ou objetos, desde que possam ser identificados individualmente e ao mesmo tempo possam interagir com o ambiente ao seu redor.
Enquanto para os humanos a biometria tenta resolver a questão com reconhecimento de impressões digitais, da palma da mão ou da íris, o código de barras e as etiquetas de radiofrequência (RFID) dão conta dos objetos e os chips com sensores, dos animais.

Todos os produtos e serviços conectados

Nesse cenário, o Google embarcou na onda: resolveu conectar todos os produtos e serviços que nós usamos da forma mais acessível que puder. Tudo em nome de tornar a computação o mais simples possível. E lançou um software para automação das casas, um serviço de armazenamento de fotos que funciona em dispositivos móveis e praticamente todos os seus vários produtos, como os engines de busca (o pioneiro e mais famoso de todos), e os mapas. E foi mais longe, anunciando um serviço que acompanha tudo o que nós fazemos em cada aplicativo e ainda procura nos ajudar a usá-lo melhor.

Na base de tudo, está o Android

Na base desse projeto ambicioso está, é claro, o Android, o sistema operacional desenvolvido pelo Google para smartphones, tablets, relógios inteligentes, carros, e que tem tirado o sono dos sucessores de Steve Jobs na Apple. Conectar isso tudo, com a ambição de tornar nossa vida mais simples, é mais ou menos a ideia de Internet das Coisas do Google. Uma rede que, cada vez mais, pretende nos envolver, a todos nós, homens, máquinas, bichos, plantas.
Decididamente, os tempos em que as empresas lançavam produtos para brilhar sozinhos no mercado ficaram para trás. Hoje, quem define a nova tendência são empresas como Google, Apple, Facebook: seus produtos e serviços estarão cada vez mais interligados. E nós, docemente constrangidos, acabaremos enredados por eles.